filobullying
sábado, 8 de janeiro de 2011
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Soluções para bullying e cyberbullying.
Como podemos evitar o bullying?
Os pais devem apoiar o filho, abrindo espaço para ele falar sobre o sofrimento de estar sendo rejeitado pelos colegas. “Obrigar o filho a enfrentar os agressores pode não ser a melhor solução, visto que ele está fragilizado, ou seja, corre o risco de sofrer uma frustração ainda maior”. Mas, fazer de conta que não existe bullying ou outro tipo de violência psicológica na escola é, no fundo, autorizar a prática de mais violência. É preciso estar atento para o risco de suicídio onde a vítima sem auto-estima alucina tal ato como ‘saída’ honrosa para o seu sofrimento. Quando a violência ocorre na escola cabe aos pais conversar com a direção. É dever desta instituição ensinar os conhecimentos e promover a inclusão social e psicológica. A escola e a universidade jamais devem fazer vistas grossas sobre os casos de intolerância de violência psicológica ou física. A escola, principalmente, deve ter uma atitude preventiva contra o bullying, começando pela conscientização e preparação de professores, funcionários, pais e alunos. Por um lado, é preciso apoiar as crianças vítimas e, por outro, é imprescindível fazer um trabalho especial com as pessoas propensas para cometer violência contra os colegas, professores e funcionários.
Como podemos evitar o cyberbullying?
- Conhecer as armas de combate ao bullying.
Navegue pela Internet e informe-se acerca de todos os meios de combate à disposição do cibernauta.
-Falar com os filhos ou educandos.
A comunicação entre o jovem e as pessoas envolvidas na sua educação ajuda a evitar o isolamento e o segredo quando um problema destes se instala.
-Manter os computadores em locais comuns da sua habitação.
Este cuidado refere-se aos computadores com acesso à Internet.
-Não permitir a partilha de dados pessoais (podem vir a chegar a pessoas indesejáveis).
Ensine ao seu educando os perigos de fornecer dados pessoais a terceiros, tais como o roubo de identidade
-Ensinar os seus filhos ou educandos a serem corretos na Internet. Insista na boa educação, seja online ou no dia-a-dia. Um dos efeitos do cyberbullying pode levar a vítima a retaliar e tornar-se, ela mesma, numa praticante de cyberbullying.
-Mudar de conta de correio eletrônico ou outras.
Se a situação persistir, incentive a vítima mudar a conta na qual o abuso ocorre, seja correio eletrônico, blog, ou outra.
-Instalar software de prevenção de Cyberbullying.
Se pesquisar na Internet, encontrará alguns programas que poderá instalar no seu computador para ajudar a prevenir este tipo de situação e/ou ajudar a identificar a origem do ataque.
Os pais devem apoiar o filho, abrindo espaço para ele falar sobre o sofrimento de estar sendo rejeitado pelos colegas. “Obrigar o filho a enfrentar os agressores pode não ser a melhor solução, visto que ele está fragilizado, ou seja, corre o risco de sofrer uma frustração ainda maior”. Mas, fazer de conta que não existe bullying ou outro tipo de violência psicológica na escola é, no fundo, autorizar a prática de mais violência. É preciso estar atento para o risco de suicídio onde a vítima sem auto-estima alucina tal ato como ‘saída’ honrosa para o seu sofrimento. Quando a violência ocorre na escola cabe aos pais conversar com a direção. É dever desta instituição ensinar os conhecimentos e promover a inclusão social e psicológica. A escola e a universidade jamais devem fazer vistas grossas sobre os casos de intolerância de violência psicológica ou física. A escola, principalmente, deve ter uma atitude preventiva contra o bullying, começando pela conscientização e preparação de professores, funcionários, pais e alunos. Por um lado, é preciso apoiar as crianças vítimas e, por outro, é imprescindível fazer um trabalho especial com as pessoas propensas para cometer violência contra os colegas, professores e funcionários.
Como podemos evitar o cyberbullying?
- Conhecer as armas de combate ao bullying.
Navegue pela Internet e informe-se acerca de todos os meios de combate à disposição do cibernauta.
-Falar com os filhos ou educandos.
A comunicação entre o jovem e as pessoas envolvidas na sua educação ajuda a evitar o isolamento e o segredo quando um problema destes se instala.
-Manter os computadores em locais comuns da sua habitação.
Este cuidado refere-se aos computadores com acesso à Internet.
-Não permitir a partilha de dados pessoais (podem vir a chegar a pessoas indesejáveis).
Ensine ao seu educando os perigos de fornecer dados pessoais a terceiros, tais como o roubo de identidade
-Ensinar os seus filhos ou educandos a serem corretos na Internet. Insista na boa educação, seja online ou no dia-a-dia. Um dos efeitos do cyberbullying pode levar a vítima a retaliar e tornar-se, ela mesma, numa praticante de cyberbullying.
-Mudar de conta de correio eletrônico ou outras.
Se a situação persistir, incentive a vítima mudar a conta na qual o abuso ocorre, seja correio eletrônico, blog, ou outra.
-Instalar software de prevenção de Cyberbullying.
Se pesquisar na Internet, encontrará alguns programas que poderá instalar no seu computador para ajudar a prevenir este tipo de situação e/ou ajudar a identificar a origem do ataque.
sábado, 6 de novembro de 2010
Um agride, um sofre e os outros se divertem
Normalmente em casos de cyberbullying sempre identificamos a vítima e o agressor, mais há um terceiro personagem nessa história, o público. Nesta postagem você vai poder entender as características de cada um deles.
Vítima: Costuma ser uma pessoa tímida, não segue o padrão do restante da turma pelo estilo ou aparência, pela sua forma de se comportar ou ate mesmo pela sua religião. Quando sofre esse tipo de agressão, costuma se isolar, ficar triste o que a torna um alvo muito mais fácil. Às vezes para não se mostrar uma pessoa covarde se junta com outras, mais indefesas e começam a provocar o que faz dela vítima e agressor.
Agressor: Atinge colegas de forma repetida com humilhações, para se mostrar o mais poderoso e ter uma boa imagem perante o grupo. O anonimato que é possibilitado pela internet, favorece a ação. O agressor pode humilhar inúmeras vezes sem se preocupar em estar se expondo demais.
Platéia: a platéia é fundamental para dar continuidade ao conflito, pois não ficam nem do lado do agressor nem da vítima, tem uma atitude passiva. Porem há outro tipo de platéia que da força para o agressor o ajudando nas humilhações, dando ideias de coisas que ele poderá escrever e mandar para a vítima.
Baseado nas informações da “a revista de quem educa-escola” reportagem sobre cyberbullying por Beatriz SantoMauro.
Vítima: Costuma ser uma pessoa tímida, não segue o padrão do restante da turma pelo estilo ou aparência, pela sua forma de se comportar ou ate mesmo pela sua religião. Quando sofre esse tipo de agressão, costuma se isolar, ficar triste o que a torna um alvo muito mais fácil. Às vezes para não se mostrar uma pessoa covarde se junta com outras, mais indefesas e começam a provocar o que faz dela vítima e agressor.
Agressor: Atinge colegas de forma repetida com humilhações, para se mostrar o mais poderoso e ter uma boa imagem perante o grupo. O anonimato que é possibilitado pela internet, favorece a ação. O agressor pode humilhar inúmeras vezes sem se preocupar em estar se expondo demais.
Platéia: a platéia é fundamental para dar continuidade ao conflito, pois não ficam nem do lado do agressor nem da vítima, tem uma atitude passiva. Porem há outro tipo de platéia que da força para o agressor o ajudando nas humilhações, dando ideias de coisas que ele poderá escrever e mandar para a vítima.
Baseado nas informações da “a revista de quem educa-escola” reportagem sobre cyberbullying por Beatriz SantoMauro.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Depoimento Bullying
"Video que relata um depoimento da vida de uma vítima de Bullying, usada num trabalho da Feira de Ciências no CEA."
Depoimento Bullyign (patr1)
Depoimento Bullyign (patr2)
Depoimento Bullyign (patr1)
Depoimento Bullyign (patr2)
Bullying- Saiba mais
Bullying na Língua inglesa significa “valentão”, que se refere a todas as formas de agressividade, físicas ou verbais que aontecem repetitivamente sem algum motivo evidente, com o objetivo de agredir ou intimidar a pessoa que não tem possibilidades de se defender.
O Bullying é um problema muito frequentado mundialmente em escolas, as vítimas costumam ficar caladas por temerem mais ameaças e violências, ou por terem uma família desestruturada, sem o hábito de conversarem diretamente. As pessoas que testemunham esse tipo de violência, na maioria das vezes, alunos, se silenciam e não denunciam por terem medo de ser “a próxima vítima” do agressor.
Existe o bullying direto: mais comum entre agressores masculinos.
E o bullying indireto: mais comum entre mulheres e crianças, tendo como uma forte característica o isolamento social da vítima.
As vítimas da violência podem virar adultas com baixo autoestima e sentimentos negativos, podem ter sérios problemas com relacionamento, e podendo ter atitudes agressivas, em casos extremamente grave a vítima pode até tentar suicídio.
Fonte de referencia: http://www.brasilescola.com/sociologia/bullying.htm
Cyberbullying, como entende-lo.
Todos nos sabemos que os adolescentes podem provocar das pequenas até as maiores maldades, sabemos também que não só com os jovens mais também com os adultos ocorre o bullying. O bullying é a agressão, física, moral ou material, que ocorre de forma repetida e sem um motivo específico.
Atualmente com as novas tecnologias, deram uma versão um tanto “sofisticada” ao bullying, é o chamado cyberbullying. Ele ocorre através de mensagens ameaçadoras, exposição da vitima em páginas na internet, fotos, etc. e tem aumentado cada vez mais, casos desse tipo de violência no Brasil.
O cyberbullying é ainda mais cruel que o bullying os constrangimentos ocorrem o tempo todo, não é mais um caso restrito, teoricamente “fácil” de ser resolvido, pelo fato de terem mais acesso a internet e as trocas de mensagens no celular, eles acabam se expondo mais do que devem, fora o fato dessas novas tecnologias facilitarem muito a não identificação dos agressores o que aumenta a sensação de serem inalcançáveis. “Raissa, 13 anos conta que colegas de classe criaram uma comunidade no Orkut em que comparam fotos suas com as de mulheres feias. Tudo por causa de seu corte de cabelo”.” eu me senti horrorosa e rezei para que meu cabelo crescesse depressa”. (Trecho retirado da revista “a revista de quem educa-escola” reportagem sobre cyberbullying por Beatriz SantoMauro) esse exemplo mostra como a tecnologia facilita que esse tipo de agressão se repita.
Nas próximas postagens vocês entenderam como identificar quem é a vítima, o agressor e a platéia, e também um pouquinho sobre as soluções para o cyberbullying.
Baseado nas informações da “a revista de quem educa-escola” reportagem sobre cyberbullying por Beatriz SantoMauro.
Baseado nas informações da “a revista de quem educa-escola” reportagem sobre cyberbullying por Beatriz SantoMauro.
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